2022 termina com mais um recorde das associadas ABRADIMEX, que superaram pela primeira vez a marca de R$ 25 bilhões de faturamento, reforçando seu protagonismo no ecossistema de atenção a pacientes crônicos e de alta complexidade. De acordo com indicadores da IQVIA, a receita de R$ 25,3 bi nos últimos 12 meses até outubro representou um incremento de 12,8% frente ao mesmo período anterior – quando o faturamento bateu R$ 22,5 bilhões. Paulo Maia, presidente executivo da ABRADIMEX, valoriza o resultado especialmente em um ano desafiador, marcado pelas crescentes dificuldades que a pandemia e a guerra na Ucrânia impuseram à aquisição de insumos. “O setor de distribuição manteve o compromisso de assegurar o acesso a medicamentos, por meio de inovações tecnológicas e de um posicionamento focado na prestação de serviços – não só com atuação junto à indústria e aos provedores de saúde, como também junto ao paciente no ambiente intra-hospitalar”, ressalta. “As associadas à ABRADIMEX já vêm trilhando esse caminho voltado à prestação de serviços, a partir de iniciativas como o delivery de medicamentos de alto custo, o que contempla orientações sobre uso de remédios e alertas sobre horários de ingestão. Vivemos claramente uma transformação, assumindo mais funções estratégicas na jornada do paciente”, conclui Paulo Maia. Fonte: Redação Panorama Farmacêutico
Uma nova jornada em specialty care
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Tribunais impedem cobrança de tributos sobre cargas roubadas
O roubo de cargas sempre foi um problema para a área de logística e tem aumentado nos últimos anos. Contribuindo com isso, os Estados e a União exigem que as empresas paguem os impostos atrelados às cargas roubadas. Além do prejuízo financeiro, precisam dispender mais dinheiro no pagamento dos tributos. Porém, a Justiça tem dado parecer favorável a quem sofre com o roubo de carga. As empresas têm conseguido reverter a cobrança de impostos sobre as mercadorias roubadas, diminuindo seu prejuízo. Confira a matéria completa: https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2022/11/18/tribunais-impedem-cobranca-de-tributos-sobre-cargas-roubadas.ghtml
Gasto com remédios de alto custo supera US$ 20 bilhões no país
O gasto com remédios de alto custo já supera US$ 20 bilhões no Brasil, o que o posiciona como um dos dez países que mais arcam despesas com essa classe de medicamentos. Os dados integram um estudo do Institute for Healthcare Information, que congrega laboratórios farmacêuticos e empresas de biotecnologia, e levam em conta os últimos 12 meses até setembro. O Brasil aparece à frente de mercados como Índia, México e Rússia. E para 2024, a projeção é que o valor aumente 91% e chegue a US$ 38,4 bilhões. Com isso, o país alçaria a sexta posição e ultrapassaria Canadá, Espanha, Itália e Reino Unido. Envelhecimento e judicialização puxam gasto com remédios de alto custo O consistente processo de envelhecimento populacional no país é determinante para puxar o gasto com remédios de alto custo. Dados do IBGE apontam 32,9 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, número que já está acima do de crianças de até nove anos. Em uma década, a parcela da população com essa faixa etária subiu de 11,3% para 14,7%. A expectativa de vida caminha na mesma proporção. Embora tenha sofrido uma queda de quatro anos durante a pandemia, esse índice permanece elevado – 72,7 anos. “Esse contexto implica desafios extras para toda a cadeia farmacêutica, na medida em que expõe os gargalos de acesso agravados pela complexidade logística”, analisa Paulo Maia, presidente executivo da ABRADIMEX, que representa as 17 maiores distribuidoras nacionais de medicamentos. Outro fator que vem aumentando a curva de gastos está associado à judicialização. As ações movidas por pacientes e associações têm parecer favorável em 98% dos casos, segundo a Close-Up International. Muitos fármacos ainda convivem com baixa disponibilidade e a iniciativa privada, por meio de pagadores institucionais como planos de saúde, responde por 55% dos custos. Desde 2010, a oncologia tornou-se a área terapêutica número um e vem mantendo crescimento substancial de 140% na década, superando a média global. No Brasil, cresceu 250% no período. As dez áreas terapêuticas com maior receita representam 72% do mercado institucional, sendo que as três primeiras – oncologia, vacinas e imunologia – correspondem a 41%. Reação dos atores do setor Em contrapartida às barreiras na jornada de acesso, o setor ensaia movimentos para mudar essa realidade. Incentivada por investimentos das multinacionais, América Latina e o Brasil receberam aportes de US$ 1,1 bilhão em pesquisa e desenvolvimento de medicamentos, o maior montante nos últimos cinco anos em escala global. E o país representou 32% desse total. Na visão de Paulo Maia, pelo maior valor agregado, os medicamentos inovadores ganharam prioridade na agenda estratégica das farmacêuticas. Ao mesmo tempo, os laboratórios demandam cada vez mais parcerias para melhorar a adesão aos tratamentos. Nesse quesito, as distribuidoras especializadas nesses remédios vêm mudando sua essência de atuação, não se limitando à jornada do medicamento. “Elas passaram a operar como hubs de prestação de serviços, integrando os programas de suporte ao paciente da indústria e estabelecendo um elo direto com esse público, não apenas no ambiente intra-hospitalar como também por meio de iniciativas como o delivery de medicamentos de alto custo, trabalho que inclui orientações sobre o uso e alertas de horários de ingestão”, finaliza o dirigente. Fonte: Redação Panorama Farmacêutico
Participação ABRADIMEX no Congresso Nacional de Hospitais Privados 2022
Hoje, 10/11, nosso Presidente Executivo Paulo Maia esteve presente no CONAHP 2022 (Congresso Nacional de Hospitais Privados). Esse ano, o evento tem como tema central “Saúde 2022: a mudança que o Brasil precisa”, apresentando assuntos que passam pelos aprendizados da pandemia da Covid-19 e as mudanças necessárias para promover um sistema de saúde mais integrado, sustentável e que viabilize o acesso qualificado à população brasileira.
Participação ABRADIMEX no Congresso Nacional de Hospitais Privados 2022
Hoje, 10/11, nosso Presidente Executivo Paulo Maia esteve presente no CONAHP 2022 (Congresso Nacional de Hospitais Privados). Esse ano, o evento tem como tema central “Saúde 2022: a mudança que o Brasil precisa”, apresentando assuntos que passam pelos aprendizados da pandemia da Covid-19 e as mudanças necessárias para promover um sistema de saúde mais integrado, sustentável e que viabilize o acesso qualificado à população brasileira.
ABRADIMEX participa do IQVIA Consumer Health Conference 2022.
Hoje, 09/11, nosso Presidente Executivo Paulo Maia esteve presente no IQVIA Consumer Health Conference 2022. Evento de grande importância que revela os principais resultados e projeções para o mercado de consumo do canal farma. Muito aprendizados e novos insights!
Anvisa aprova novo tratamento contra câncer de próstata
Pacientes que lutam contra câncer de próstata possuem uma nova opção. Uma pesquisa dá respaldo científico a uma nova indicação de tratamento para o câncer de próstata metastático hormônio-sensível. Apresentada neste ano no Congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), maior congresso de oncologia do mundo, a pesquisa ARASENS utilizou 1.306 pacientes que foram divididos em dois grupos: o primeiro combinou o darolutamida com a privação de andrógeno (ADT) e dectaxel, enquanto o outro utilizou apenas os dois últimos fármacos. O resultado mostrou que houve uma diminuição de 32,5% do risco de morte com o uso do medicamento. Nesse cenário de combinação, a darolutamida bloqueia de maneira mais profunda a ação dos andrógenos sem adicionar toxicidade relevante. FONTE: Panorama farmacêutico
Participação Paulo Maia Close up Internacional 2022
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COMUNICADO
Devido aos bloqueios que estão ocorrendo nas rodovias de todo o Brasil, algumas operações das associadas ABRADIMEX podem sofrer atrasos. Pedimos a compreensão de todos.











