As distribuidoras associadas à ABRADIMEX atualmente concentram cerca de 81% de suas vendas de unidades em clínicas e hospitais privados, farmácias de especialidades e operadoras de planos. Já a rede pública representa pouco mais de 9%. “Ainda temos uma influência considerável da rede pública em regiões mais dependentes do transporte rodoviário, como Norte e Nordeste. Mas trata-se de uma demanda reprimida, que já estimula o olhar de algumas distribuidoras para esses centros”, entende o Presidente Executivo da ABRADIMEX, Paulo Maia. Hoje, a representatividade das distribuidoras associadasda ABRADIMEX por subcanal na prática é a seguinte: Hospitais privados – 36,40% Clínicas – 31,50% Rede pública – 9,80% Farmácias de especialidades – 8,40% Planos de saúde – 5,10% Outros – 8,80% Os dados são da IQVIA, empresa americana que atua nos setores de tecnologia da informação em saúde e pesquisa clínica. Esses números mostram o tamanho e a atuação das associadas da ABRADIMEX no mercado farmacêutico privado, sempre com o objetivo de crescer cada vez mais!
Evolução científica x dilemas
Marcos Marques, diretor da Prohosp Distribuidora de Medicamentos, atua no mercado farmacêutico há 30 anos.Com essa expertise, ele analisa a evolução da jornada dos remédios de especialidades e os dilemas que cercam o tema.O advento de categorias como as de antineoplásicos e imunodepressores impulsionou o acesso de pacientes a medicamentos inovadores. Mas, por outro lado, a pressão sobre os custos gera dúvidas sobre a cadeia de pagamentos.“A gente passou agora por uma pandemia, e percebemos o quanto faz diferença ter uma indústria farmacêutica no Brasil e no mundo sempre preparada para atender as demandas que existem”.A ABRADIMEX tem orgulho de ter a Prohosp como uma de suas associadas.
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Distribuidoras de medicamentos associadas à ABRADIMEX têm faturamento recorde
As distribuidoras de medicamentos associadas à ABRADIMEX comemoram o faturamento recorde de R$ 24 bilhões nos últimos 12 meses até julho. O avanço é de 10,9% em relação ao mesmo período anterior e viabilizou a venda de 126 milhões de unidades. Os indicadores da IQVIA ratificam a crescente relevância desse setor na jornada de acesso a remédios de especialidades e alta complexidade no Brasil. O segmento, inclusive, vem ampliando sua atuação como hub de prestação de serviços para a indústria farmacêutica.Atualmente a ABRADIMEX conta com 17 companhias de grande porte, que totalizam 72% do market share do setor apesar de responderem por 5% do total de centros de distribuição. Para o presidente executivo Paulo Maia, os números endossam um movimento que se inicia no Brasil, mas já é realidade consolidada em mercados como os Estados Unidos.“As farmacêuticas multinacionais estão se desfazendo ou reduzindo o portfólio de produtos maduros em favor da pesquisa e desenvolvimento de medicamentos inovadores, com maior valor agregado. Com isso, os parceiros da indústria assumiram operações mais voltadas à jornada do paciente, trazendo a capilaridade e o know-how logístico como diferenciais”, acredita.Outro dado contribui para acelerar essa tendência. A América Latina e o Brasil receberam aportes de US$ 1,1 bilhão em pesquisa de medicamentos, o maior montante nos últimos cinco anos em escala global. E o país representou 32% desse investimento. Fonte: Panorama Farmacêutico
Trecho entrevista com Vilson Schvartzman
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Cópia de Como a Lei de Propriedade Industrial pode ameaçar investimentos em pesquisa e inovação no Brasil?
Um projeto de alteração na Lei de Propriedade Industrial estava em discussão no Congresso Nacional no mês de julho. Caso fosse aprovado, o licenciamento compulsório de patentes no Brasil nos casos de emergência nacional seria permitido e a transferência da tecnologia e know-how para a concorrência pelo titular do medicamento registrado seria obrigatória. A votação ainda não é definitiva, mas especialistas da área temem que a consequência dessa alteração seja o desestímulo ao investimento em inovação e novas terapias no Brasil. A Lei de Propriedade Industrial preserva o alinhamento aos padrões internacionais, mesmo que com mecanismos de estímulo a licenças compulsórias, tornando o investimento externo em ciência e tecnologia mais atrativo e seguro. Para uma invenção ser transformada em uma solução inovadora, é preciso de proteção e incentivo para que ela seja patenteada. Mas, muitos acreditam que o mecanismo de patentes é o que gera o monopólio econômico, quando, na verdade, é o que permite a difusão de tecnologia.
Participação do Presidente do Conselho de Administração da ABRADIMEX, Vilson Schvartzman, no Panorama Talks
O Presidente do Conselho de Administração da ABRADIMEX, Vilson Schvartzman, traz importantes comentários sobre a grande mudança no mercado de distribuição de medicamentos de especialidades no Brasil causada pela pandemia e pelo redirecionamento estratégico da indústria farmacêutica. O Presidente do Conselho de Administração da ABRADIMEX, Vilson Schvartzman, traz importantes comentários sobre a grande mudança no mercado de distribuição de medicamentos de especialidades no Brasil causada pela pandemia e pelo redirecionamento estratégico da indústria farmacêutica. Fonte: Panorama Farmacêutico
Distribuidoras protagonistas no acesso a medicamentos
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Como a Lei de Propriedade Industrial pode ameaçar investimentos em pesquisa e inovação no Brasil?
Um projeto de alteração na Lei de Propriedade Industrial estava em discussão no Congresso Nacional no mês de julho. Caso fosse aprovado, o licenciamento compulsório de patentes no Brasil nos casos de emergência nacional seria permitido e a transferência da tecnologia e know-how para a concorrência pelo titular do medicamento registrado seria obrigatória. A votação ainda não é definitiva, mas especialistas da área temem que a consequência dessa alteração seja o desestímulo ao investimento em inovação e novas terapias no Brasil. A Lei de Propriedade Industrial preserva o alinhamento aos padrões internacionais, mesmo que com mecanismos de estímulo a licenças compulsórias, tornando o investimento externo em ciência e tecnologia mais atrativo e seguro. Para uma invenção ser transformada em uma solução inovadora, é preciso de proteção e incentivo para que ela seja patenteada. Mas, muitos acreditam que o mecanismo de patentes é o que gera o monopólio econômico, quando, na verdade, é o que permite a difusão de tecnologia.
Anvisa participa de operação para reprimir comércio irregular de medicamentos
Anvisa participou de operação para reprimir comércio irregular de medicamentos No último dia 03/08, agentes da Anvisa, junto à Polícia Federal, executaram uma apreensão no Aeroporto Internacional de Campo Grande/MS de caixas de medicamentos de origem argentina, sem documentação comprobatória de entrada regular no Brasil. Durante as investigações, a PF apurou que a empresa destinatária da mercadoria apreendida não possui autorização de funcionamento (AFE) da Anvisa. O princípio ativo em questão foi o neostigmina, que melhora os sintomas da miastenia grave, por isso, a operação foi denominada Miastenia. A investigação continua com três mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.











