A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), conforme estabelecido pela Lei nº 10.742/2003, é responsável por definir as regras para a formação e o ajuste dos preços de medicamentos no Brasil. Entre suas atribuições, estão a fixação dos preços máximos de comercialização — como o Preço Fábrica (PF), o Preço Máximo ao Consumidor (PMC) e o Preço Máximo de Venda ao Governo (PMVG) — além da definição dos limites para os reajustes anuais. Com a publicação da Resolução CMED nº 1, de 23 de fevereiro de 2015, passou a vigorar um modelo mais estruturado para o cálculo desses reajustes, realizado anualmente, sempre no dia 31 de março. Esse modelo estabelece um teto de preços baseado na combinação de diferentes fatores econômicos. O cálculo considera o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado nos últimos 12 meses, ajustado por três componentes: o fator de produtividade (Fator X), o fator de ajuste entre setores (Fator Y) e o fator de ajuste intrassetorial (Fator Z). O Fator X, definido anualmente por meio de nota técnica da CMED, reflete a expectativa de ganhos de produtividade da indústria farmacêutica. Quando não há previsão de avanço na produtividade do setor, esse fator é fixado em zero. Seguindo a metodologia vigente, a variação percentual permitida para os preços dos medicamentos (VPP) é calculada pela fórmula: VPP = IPCA – X + Y + Z. Considerando a definição recente do Fator X igual a zero, os demais componentes de ajuste também tendem a não gerar impacto adicional, mantendo o reajuste diretamente atrelado à inflação medida pelo IPCA.
Em reportagem do Valor Econômico, ABRADIMEX alerta para aumento do roubo de medicamentos de alto valor e impactos na cadeia farmacêutica
O aumento do roubo de cargas no Brasil tem atingido diretamente a cadeia farmacêutica, especialmente no transporte de medicamentos de alto valor agregado, como as canetas emagrecedoras à base de GLP-1, utilizadas no tratamento do diabetes e da obesidade. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), mais de 65 mil unidades desses medicamentos foram roubadas no último ano, gerando prejuízos formais estimados em cerca de R$ 70 milhões. Considerando ocorrências não notificadas, o impacto pode ter alcançado R$ 150 milhões. O cenário acompanha o crescimento geral dos roubos de carga no país. Dados do setor de supply chain indicam aumento relevante das ocorrências, com maior dispersão regional dos crimes, que passaram a avançar também fora do eixo Sudeste. Diante desse contexto, empresas da cadeia de distribuição têm reforçado investimentos em segurança logística. Levantamento da Associação Brasileira de Distribuidores de Medicamentos Especializados, Excepcionais e Hospitalares (ABRADIMEX) aponta que metade das transportadoras do setor ampliou em até 20% os investimentos em proteção de cargas, incluindo rastreamento em tempo real, escolta armada e adaptação de veículos. “O criminoso busca mercadorias com alto valor agregado e fácil escoamento. Em alguns casos, uma única carga de medicamentos equivale financeiramente a vários caminhões de outros produtos”, afirma Paulo Maia, Presidente Executivo da ABRADIMEX. “Isso exige protocolos de segurança mais caros e complexos.” Apesar de representarem uma parcela menor do total de cargas roubadas, os medicamentos se tornaram alvos estratégicos devido ao elevado valor unitário e à facilidade de comercialização no mercado ilegal, aumentando custos operacionais e desafios para garantir o acesso seguro aos tratamentos.
CMED propõe regras objetivas para preços em compras judiciais de medicamentos
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicou a Consulta Pública nº 1/2026, que propõe estabelecer critérios objetivos para definição do preço máximo de medicamentos adquiridos pela administração pública para cumprimento de decisões judiciais.A proposta visa disciplinar a formação de preços na chamada judicialização da saúde, estabelecendo metodologia baseada em três referenciais: A definição de critérios objetivos representa avanço na busca por maior previsibilidade regulatória, especialmente em um ambiente historicamente marcado por decisões emergenciais e ausência de padronização de preços. Impacto sobre margens e sustentabilidade da distribuiçãoA judicialização frequentemente envolve: A fixação do menor valor entre três referências pode resultar em compressão de margens incompatível com: Sem mecanismo de reconhecimento dessas variáveis, há risco de: A proposta prevê atualização com base nos reajustes anuais autorizados pela CMED. Contudo: A ABRADIMEX reconhece a importância de aprimorar a racionalidade do gasto público, mitigar distorções em compras judiciais e garantir transparência e controle regulatório.Entretanto, destaca que a judicialização da saúde envolve dinâmica distinta das compras programadas, exigindo equilíbrio entre: 📌 Prazo final para envio das contribuições: 16 de março de 2026. “A proposta de ato normativo e os demais documentos que subsidiaram a sua elaboração estarão disponíveis no portal eletrônico da Anvisa, no endereço https://anvisalegis.datalegis.net/action/ActionDatalegis.php?acao=recuperarTematicasCollapse&cod_modulo=630&cod_menu=9373, e no portal eletrônico Participa + Brasil, no endereço https://www.gov.br/participamaisbrasil/consultas-publicas.. As sugestões no portal da Anvisa deverão ser enviadas eletronicamente por meio do preenchimento de formulário eletrônico específico, disponível no endereço: https://pesquisa.anvisa.gov.br/index.php/953393?lang=pt-BR.%E2%80%9D D.O.U de 8/01/2026″
Aniversário da ANVISA: 27 anos garantindo que a saúde do Brasil avance com segurança, rigor técnico e responsabilidade
Neste 26 de janeiro, a ANVISA completa 27 anos de atuação essencial para o Brasil. São quase três décadas fortalecendo a vigilância sanitária, promovendo segurança, qualidade e eficácia em medicamentos, produtos e serviços de saúde. A ABRADIMEX reconhece o papel técnico, científico e regulatório da Agência como um pilar fundamental para a proteção da população e para o equilíbrio de toda a cadeia da saúde, da indústria à distribuição, até o paciente final. O trabalho da ANVISA orienta, fortalece e qualifica a atuação dos distribuidores, contribuindo para um sistema mais seguro, responsável e confiável, especialmente no acesso a medicamentos especiais, excepcionais e hospitalares. Parabéns à ANVISA e a todos os profissionais que constroem diariamente essa história de compromisso com a ciência, a saúde pública e o interesse coletivo.
ABRADIMEX: Apoiador Institucional do Evento Welcome Saúde
A ABRADIMEX tem orgulho de ser apoiadora institucional do Welcome Saúde, evento que abre o calendário estratégico da saúde no Brasil e promove um ambiente qualificado de diálogo, análise e tomada de decisão. Estar presente nesse encontro reforça nosso compromisso com o fortalecimento do setor, a construção de agendas alinhadas e a promoção de conexões entre os principais atores da saúde pública e privada, contribuindo para um ecossistema mais integrado, seguro e sustentável.
CMED refefine regras de precificação de inaugura nova fase regulatória para medicamentos no Brasil
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) publicou a Resolução nº 3/2025, que reformula de maneira profunda as regras de precificação de medicamentos no Brasil e o modelo de apresentação do Documento Informativo de Preço (DIP). A nova norma substitui a Resolução nº 2/2004, em vigor há mais de duas décadas, e passa a valer a partir de 29 de abril de 2026. Fonte: Panorama Farmacêutico
Distribuição farmacêutica fecha 2025 entre crescimento e alertas para medicamentos especiais
O ano de 2025 foi marcado por contrastes no setor de distribuição farmacêutica. Enquanto o mercado como um todo registrou crescimento, as empresas que atuam com medicamentos especiais, excepcionais e hospitalares enfrentaram desafios críticos relacionados a roubos de carga, falsificações e à atuação de marketplaces não credenciados, temas que estiveram no centro da atuação da ABRADIMEX ao longo do ano. Segundo dados do Outlook 2025, relatório da Close-Up International, o mercado de distribuição farmacêutica cresceu 9,8%, movimentando R$ 173,6 bilhões no período. O canal farma respondeu por 55,4% desse total (R$ 96,17 bilhões), com avanço de 7,2%. As grandes empresas do atacado cresceram 11% nos 12 meses até agosto de 2025, alcançando 65,6% de participação de mercado. No segmento de genéricos e similares, a Abradilan manteve liderança com presença em 99,3% dos municípios brasileiros. No mercado geral, a entidade responde por 33,8% das unidades comercializadas e 48,8% do valor em genéricos e similares. Suas distribuidoras atendem 85,4% das farmácias do país, índice que sobe para 96,2% entre redes associativistas, que somam 25,1 mil estabelecimentos. Já a Rede Integração Farma encerrou o ano com números expressivos. A rede registrou R$ 1,3 bilhão em faturamento nos 12 meses até outubro, segundo a IQVIA, além de R$ 1 bilhão em receita pelo Preço de Compra do Consumidor (CCP). ABRADIMEX e os desafios dos medicamentos especiais Em um cenário de crescimento do mercado, a ABRADIMEX concentrou sua atuação em alertar e mobilizar o setor diante dos riscos que ameaçam a cadeia de medicamentos de alta complexidade. Em 2025, a associação destacou o impacto dos roubos de carga, que geraram R$ 283 milhões em perdas para as empresas do segmento. Segundo estudos elaborados pela Deloitte e pela Overhaul, essas perdas podem elevar os custos operacionais em até 60%. Embora os produtos farmacêuticos representem apenas 2% das cargas roubadas no Brasil, tratam-se de itens de alto valor agregado, frequentemente termolábeis, com facilidade de revenda e maior dificuldade de rastreamento. Para 52% dos especialistas em risco ouvidos pela Deloitte, a tendência é de aumento desses crimes. Outro ponto de atenção levantado pela ABRADIMEX foi a atuação de marketplaces na venda de medicamentos, especialmente os de alto custo. A associação alerta que muitos desses canais não são credenciados como distribuidores pela indústria farmacêutica, o que gera riscos à segurança do paciente e à integridade da cadeia. “As empresas associadas à ABRADIMEX são homologadas pela indústria farmacêutica a partir de critérios rigorosos, que incluem requisitos comprovados para transporte seguro e controle de qualidade”, afirma Paulo Maia, presidente executivo da entidade. A ABRADIMEX reúne as 15 maiores distribuidoras especializadas do país, responsáveis por quase 75% das vendas de medicamentos de alta complexidade destinadas a hospitais, clínicas, operadoras de planos de saúde e instituições ambulatoriais, reforçando seu papel estratégico na segurança, rastreabilidade e acesso a tratamentos essenciais no Brasil. Fonte: Panorama Farmacêutico
Reforma Tributária ameaça a sustentabilidade da distribuição de medicamentos no Brasil, alerta ABRADIMEX
Um elo crucial da cadeia de saúde pode ser enfraquecido com a Reforma Tributária proposta na PEC 45/2019. Ao extinguir benefícios fiscais que hoje garantem margens à distribuição de medicamentos especializados – responsáveis por 62% das vendas do setor, o equivalente a R$ 48,1 bilhões no último ano – o novo sistema pode tornar inviável a remuneração dos distribuidores. “Sem revisão, os distribuidores podem quebrar, e quem vai pagar é o paciente”, afirma Paulo Maia, presidente-executivo da Associação Brasileira dos Distribuidores de Medicamentos Especializados, Excepcionais e Hospitalares (Abradimex). Segundo ele, estão em risco, além do negócio, as entregas em regiões remotas, onde medicamentos de até R$ 1 milhão por unidade são distribuídos sob alta logística e pouco retorno. O setor trabalha hoje sob incentivos fiscais que compensam margens apertadas, pressionadas por produtos de altíssimo custo, logística complexa e risco de inadimplência. Com a PEC 45/2019, esses incentivos deixam de existir e todos os tributos passam a ser unificados no novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), aumentando o custo da operação sem espaço para repasse aos hospitais. De acordo com Maia, 83% dos custos do setor são apenas com a compra dos medicamentos, restando pouco para financiar transporte, embalagens qualificadas e a rede de distribuição que alcança regiões de difícil acesso. Qualquer aumento tributário, afirma, tende a comprometer a operação. Sem margem para absorver os custos, o setor argumenta que a extinção dos benefícios fiscais torna a operação matematicamente deficitária – e, portanto, insustentável. Segundo levantamento da Deloitte encomendado pela Abradimex, 62% das vendas de medicamentos no país passam pela distribuição – o equivalente a R$ 48,1 bilhões no período analisado entre agosto de 2023 e agosto de 2024. São 15 empresas associadas que atendem 310 corporações e distribuem para 15 mil instituições de saúde. Os medicamentos oncológicos concentram a maior fatia do portfólio, com 35% do total, seguidos pelos musculares e esqueléticos (8,2%), imunológicos (7,8%) e anti-infecciosos (6,9%). Para hospitais menores e localizados fora dos grandes centros, essa infraestrutura é o que garante o acesso contínuo a tratamentos de alta complexidade. A operação da distribuição é intensiva em custos e trabalha na margem máxima do risco. 83% das despesas do setor estão concentradas apenas na compra do medicamento, o que deixa espaço muito reduzido para logística, armazenamento e a qualificação das embalagens, exigidas para produtos sensíveis à temperatura. Além disso, 29% das entregas dependem de embalagens especiais e 20% do transporte aéreo, elevando o custo por unidade em regiões distantes. Em muitos casos, a distribuidora assume o risco de inadimplência dos hospitais, especialmente nos pequenos e nos que atendem o SUS. Segundo Maia, qualquer aumento tributário tende a comprometer a operação. Sem margem para absorver novos custos, o setor argumenta que a extinção dos benefícios fiscais torna toda a operação matematicamente deficitária – e, portanto, insustentável. A distribuição já enfrenta desigualdades no acesso a medicamentos de alto custo. No Norte, a cobertura chega a apenas 61%; no Nordeste, a 67%; enquanto o Sul tem atendimento completo. Hospitais do interior e unidades que atendem majoritariamente o SUS dependem quase integralmente das distribuidoras para receber produtos de alto valor e baixa escala de compra. “A indústria não entrega em locais onde o risco de não receber é maior”, resume Maia. Caso os distribuidores reduzam atuação por falta de viabilidade econômica, o desabastecimento deve começar justamente nas regiões mais frágeis – onde o paciente já enfrenta os maiores obstáculos para acessar tratamento. Nesse cenário, a Abradimex defende que o governo revisite o modelo de remuneração da distribuição, de forma a proteger o abastecimento nacional e garantir que medicamentos de alto custo continuem chegando a pacientes em todas as regiões do país. “O setor cobra que o governo e a indústria discutam uma política mínima de margem (12%)”, disse. O objetivo, segundo ele, é viabilizar a operação “sem aumentar o preço final ao consumidor”. A seguir, os principais trechos da entrevista com o presidente-executivo da entidade, Paulo Maia, sobre os impactos da reforma, os riscos à operação e as possíveis alternativas para evitar a ruptura da cadeia. “O setor cobra que o governo e a indústria discutam uma política mínima de margem (12%)” Paulo Maia AGÊNCIA DC NEWS – Como funcionam as margens no setor?PAULO MAIA – A margem da distribuição é muito curta no nosso segmento. AGÊNCIA DC NEWS – Por que ela é curta?PAULO MAIA – Antes, a relação entre fabricantes e distribuidores era equilibrada, com uma margem de referência em torno de 12%, embora não oficializada. Porém, para produtos da chamada “lista negativa”, o governo estabeleceu margens menor para a distribuição, visando compensar impostos como ICMS, PIS e Cofins. Essa decisão gerou distorções na relação comercial do setor. Agora, a indústria farmacêutica discute uma revisão desse modelo, especialmente sobre como a retirada de impostos deve ser considerada no preço e na formação do preço dos medicamentos. AGÊNCIA DC NEWS – Por que isso mudou?PAULO MAIA – Ao longo do tempo, a indústria foi reduzindo essa margem, apropriando-se de benefícios fiscais e alegando que distribuidores renunciam a margens para dar descontos. Hoje, as margens variam entre 2% e 8%, chegando a cair ainda mais em produtos exclusivos ou sob patente. A relação entre indústria e distribuidores se enfraqueceu, e nosso segmento vem operando com margens apertadas, sustentados majoritariamente por escala e logística. AGÊNCIA DC NEWS – E a Reforma Tributária vai mudar esse cenário?PAULO MAIA – A Reforma Tributária vai eliminar benefícios fiscais, tornando insustentável a atual política de remuneração. Se não houver revisão, vários distribuidores podem quebrar, ameaçando o acesso a medicamentos, especialmente em regiões distantes e hospitais menores, que dependem da rede de distribuição. AGÊNCIA DC NEWS – Qual seria a remuneração ideal para os distribuidores?PAULO MAIA – O setor cobra que o governo e a indústria discutam uma política mínima de margem (12%) para viabilizar a operação sem aumentar o preço final ao consumidor. O risco, se nada mudar, é a redução no acesso a medicamentos e uma possível crise nacional no abastecimento. AGÊNCIA DC NEWS –
Transporte de medicamentos de alto custo exige até 18 meses de testes para garantir segurança e eficácia
O transporte de medicamentos de alto custo no Brasil envolve até 18 meses de testes para garantir que embalagens mantenham a temperatura ideal, entre 2°C e 25°C, essencial para preservar a eficácia de vacinas e tratamentos de doenças graves. A ABRADIMEX (Associação Brasileira de Distribuidores de Medicamentos Especializados, Excepcionais e Hospitalares) representa 16 distribuidoras, que atendem 18 mil estabelecimentos de saúde em todo o país, sendo responsáveis por 75% do transporte nacional desses medicamentos. Segundo Paulo Maia, Presidente Executivo da ABRADIMEX, “os testes envolvem uma complexidade de procedimentos que consideram principalmente dados climáticos, distância, frequência, tempo de viagem, sazonalidade, modais e capacidade interna da embalagem regionais, distância, condições de transporte, tempo de viagem e quantidade transportada por caixa”. Ele explica que é de responsabilidade das distribuidoras mitigar os danos de medicamentos termolábeis, produtos farmacêuticos que possuem uma sensibilidade extrema a variações de temperatura, exigindo condições rigorosas de armazenamento e transporte para que sua eficácia, segurança e qualidade sejam mantidas. “A temperatura ideal pode variar do mínimo de 2 ao máximo de 25 graus. Quando falamos da perda de produtos para uso estético, a ineficácia é fácil de ser detectada. Mas quando falamos de medicamentos oncológicos, a saúde do paciente pode tomar rumo irreversível”, diz Maia. A qualificação térmica das embalagens serve para garantir que a carga chegue ao destino nas condições térmicas adequadas, sejam nas regiões mais frias ou mais quentes do país, e durante todas as estações do ano. “No Brasil, o transporte de produtos farmacêuticos enfrenta desafios estruturais que impactam diretamente a segurança e eficácia de medicamentos e vacinas. A seriedade do distribuidor faz parte da parceria selada com as instituições de saúde para a proteção dos pacientes”, afirma Maia. Fonte: embalagemmarca
Lote falsificado de anestésico é apreendido pela Anvisa
A Anvisa determinou a apreensão de um lote falsificado do medicamento Oppy, um anestésico potente utilizado para o controle de dores intensas. O lote 48170003 está proibido de ser comercializado, distribuído ou utilizado. A irregularidade foi identificada após a constatação de diferenças claras em relação ao produto original, como sistema de abertura por anel de ruptura e tinta verde, inexistentes na versão legítima. Profissionais de saúde e pacientes que encontrarem unidades suspeitas devem notificar a Anvisa por meio dos canais oficiais ou entrar em contato com a Vigilância Sanitária local.















