“Technology Law Extraordinaires” – é assim que a editora de classificação especializada Leaders League descreve o Baptista Luz Advogados. Com mais de dezesseis anos de experiência em setores de infraestrutura, tecnologia e capital de risco, o Baptista Luz Advogados é referência na prestação de serviços jurídicos a empresas inovadoras, combinando a competência de um escritório de advocacia full-service com uma abordagem boutique e orientada ao cliente. Contamos com 20 áreas de atuação dentro do Direito: Compliance e Ética Corporativa Contratos Empresariais Contencioso & Arbitragem Direito Ambiental Direito Público e Regulatório Fintechs Fusões & Aquisições Franchising Imobiliário Mercado Financeiro e de Capitais Mídia & Publicidade Planejamento Patrimonial & Sucessório Privacidade e Proteção de Dados Propriedade Intelectual Trabalhista Tributário Societário Venture Capital Alma inovadora Somos agentes de transformação do ecossistema, usando o direito e as leis como instrumentos para promover a inovação e o desenvolvimento da sociedade. Atuamos lado a lado com organizações e instituições dos mais diversos setores, apoiando decisões estratégicas, planos táticos e operações em toda a cadeia de valor. Implementamos soluções jurídicas objetivas e dinâmicas no ambiente empresarial para elevar a competitividade de nossos clientes, fomentando transformação em todos os níveis da organização para consolidar as melhores relações entre pessoas, organizações e o primeiro setor. Desde a nossa fundação em 2004, o Baptista Luz Advogados passou por muitas mudanças. Crescemos, incorporamos práticas e serviços, mas nunca perdemos nossas duas principais características: atuar com clientes inovadores e honrar compromisso com resultados. Hoje, nossa atuação compreende diversas áreas do Direito Empresarial, em que aplicamos a mesma qualidade, foco e dinamismo, sempre pensando no resultado de nossas ações. Por meio de um time altamente qualificado, experiente, criativo e diversificado, prestamos serviços com foco nos resultados, de modo que possamos contribuir e zelar pelo sucesso de nossos clientes. Impacto estratégico Acreditamos que nossos advogados precisam ser parceiros estratégicos dos nossos clientes, no conceito de “outside-in-house counsels”: profissionais que conhecem profundamente os negócios de seus clientes e que são capazes de apoiá-los em decisões estratégicas e alinhadas com os objetivos empresariais, muito além dos aspectos puramente legais. Abordagem prática A velocidade da inovação atinge todos os negócios. Sabemos que nossos clientes precisam de decisões objetivas, práticas, funcionais e rápidas, de forma que todas as nossas interações são focadas na simplicidade e no pragmatismo da comunicação, proporcionando uma ágil compreensão e aplicação das nossas opiniões. Capacidade técnica Multidisciplinariedade é parte do nosso DNA. Por meio de equipes especializadas em diversas áreas do direito empresarial, entregamos resultados sólidos para nossos clientes por meio de análises jurídicas 360º, sempre balizadas com um atendimento de boutique, e que busca a excelência por meio de relacionamentos duradouros com nossos clientes e parceiros. Experiência setorial Após mais de 15 anos de experiência em setores-chave da economia, consolidamos trabalhos de alto impacto para clientes pioneiros e líderes em suas áreas de atuação que se destacam com ações inovadoras, corajosas e visionárias. Nossa experiência nas indústrias nos permite propor estratégias de trabalho de forma a moldar os negócios e os ecossistemas dos nossos clientes. Algumas de nossas especialidades são: Agronegócio; Ecossistema de Startups; Fundos de Investimento e Investimentos-Anjo; Imobiliário e Real Estate; Logística e Transportes; Marketing, Publicidade, Mídia e Entretenimento; Moda e Cosméticos; Saúde (Life Sciences); Serviços. Financeiros, de Intermediação e de Pagamentos; Software e Plataformas; Soluções de Atendimento ao Cliente; Telecomunicações e Infraestrutura Digital; Varejo e Comércio. O que fazemos Apoiada por uma equipe experiente com excelente prática acadêmica e profissional, nossa empresa é especializada em assessorar transações complexas envolvendo tecnologia e negócios inovadores. Nosso histórico e especialidades incluem: Direito regulatório e administrativo. Temos expertise em diversas frentes, como Licitações e Contratações Públicas, Projetos de Infraestrutura, PMIs e Projetos Greenfield, Ações de Improbidade Administrativa, Dano e Ressarcimento aos Cofres Públicos, Negociações com o Ministério Público, Controladoria Geral de entes da federação, além de participarmos ativamente em assessorias envolvendo medidas Anticorrupção e Antissuborno. Na esfera do Direito Regulatório, temos experiência em diversos setores regulados, como Saúde (Life Sciences), Energia, Aviação, Indústria geral, Mineração, Infraestrutura, Telecomunicações, Educação. Auxiliamos nossos clientes em novos negócios e projetos, elaborando pareceres e opiniões legais, reorganizações societárias, acompanhamento de obrigações regulatórias, licenças, autorizações, contratos de setores regulados, dentre outros serviços; Saúde – Life Sciences. Temos sólida experiência assessorando clientes do setor de distribuição farmacêutica e de produtos médico-hospitalares e da indústria farmacêutica. Temos expertise no arranjo setorial e regulatório, em desenvolvimento e aprimoramento de modelos de negócio, em melhores práticas de Compliance, em planejamento tributário, na prevenção e remediação de conflitos, em pesquisas clínicas, licitações de compra e venda de produtos e, também, em matéria de inovação na área da saúde, além de atuar em defesas em processos administrativos sancionadores. Nossa prática na área de Saúde cumula experiência em aspectos ambientais e em relações governamentais. Atuamos para entregar a melhor experiência multidisciplinar aos nossos clientes; Fusões & Aquisições. Em muitas transações, a transferência de ativos intangíveis é o principal objetivo dos compradores, e nossa equipe de tecnologia desempenha um papel de liderança na elaboração e negociação de contratos de atribuição, contratos de joint-venture e acordos de licenciamento com mais de uma dúzia de empresas a cada ano; Pareceres jurídicos nos principais casos. Somos excelentes em fornecer soluções jurídicas inovadoras para os modelos de negócios desafiadores de nossos clientes. Algumas de nossas opiniões legais têm um impacto direto nas discussões judiciais perante os tribunais superiores e supremos do Brasil, bem como uma influência nas principais decisões no nível político, especialmente no que diz respeito à regulamentação da mídia digital e ao ecossistema de Inovação; Eficiência operacional. Com um trabalho multidisciplinar de nossas equipes de Direito trabalhista, tributário e contratos, entendemos toda a estrutura operacional das empresas e de suas relações com seus stakeholders internos e externos. Isso nos permite entrar a fundo nos processos e fluxos do dia a dia de nossos clients e transformar positivamente seus negócios da estratégia, passando pelo tático, até a ponta operacional; Resolução de conflitos. Atuamos em causas complexas envolvendo todas as áreas do direito empresarial, com
Webinar de Rastreabilidade de Medicamentos
A R&B convida você para o webinar de rastreabilidade de medicamentos – SNCM a ser realizado no próximo dia 23/07 (quinta-feira). Iremos discutir a etapa final da fase de implantação do SNCM, visão regulatória e técnica da Anvisa e exemplos de como as empresas estão se adequando ao sistema. Os participantes do webinar serão Cristiano Gregis (ANVISA), Vidal Melo (GAESI-USP), Daniel Macedo (Daiichi Sankyo Brasil) e Gustavo Saraiva (Luft Logistics). Inscreva-se aqui: https://zoom.us/webinar/register/9015952484293/WN_7DQu9t0nTDikS3rbN0z8kw
Saiba como será o recrutamento de voluntários para testar vacina contra Covid no Brasil, que começa este mês
Um grupo de 2 mil pessoas deve receber no Brasil, ainda este mês, a dose de uma vacina experimental contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) articula os trabalhos para que metade dos voluntários sejam vacinados em São Paulo e metade no Rio. Ainda não foi anunciada a instituição que ajudará com os testes no Rio. A Unifesp coordenará o ensaio clínico com o produto no país e diz que dentro de poucos dias deve abrir seu sistema de recrutamento de voluntários. Nesta etapa, serão selecionados apenas profissionais de saúde ou trabalhadores em atividades de alta exposição ao vírus, como equipes de limpeza de hospitais e motoristas de ambulância. O ensaio clínico em questão é um teste de fase 3 (que avalia a eficácia do produto) para uma vacina criada a partir de um vírus que causa resfriado em chimpanzés. O patógeno foi alterado em laboratório e tornado incapaz de se reproduzir em humanos. O que o transforma numa vacina é o fragmento de uma proteína do novo coronavírus que é incorporada a ele e atua como antígeno: faz o sistema imune se preparar para a chegada do vírus real. Testado em macacos resos, o imunizante batizado de ChAdOx1 teve bom efeito e conseguiu proteger os animais de pneumonia viral, ainda que não tenha impedido a infecção em si. Depois disso, passou por um estudo de fase 1 no Reino Unido, etapa que avaliou a segurança do produto. A fase 2, que avalia a capacidade da vacina de criar uma resposta imune, ainda não acabou, mas já há sinal verde para início daf ase 3. O pedido de teste clínico no Brasil foi aprovado na noite de terça-feira pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). — Esse é um processo que deve ser muito rápido, e a gente pretende começar o estudo ainda neste mês, só não tenho data precisa — diz Lily Yin Weckx, médica que coordena o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), unidade da Unifesp que coordenará os trabalhos. Um dos motivos pelos quais o Brasil foi selecionado como local da pesquisa é o fato da pandemia ainda estar em crescimento acelerado no país, com mais de 500 mil casos e mais de 31 mil mortes. Soraya Smaili, farmacóloga e reitora da Unifesp, diz que o Brasil integrar um teste clínico agora ajuda o país a ter acesso ao produto no futuro, num cenário de alta demanda. Fonte: https://extra.globo.com/noticias/brasil/saiba-como-sera-recrutamento-de-voluntarios-para-testar-vacina-contra-covid-no-brasil-que-comeca-este-mes-24461621.html
Saiba como é o processo para achar um remédio eficaz contra a covid-19
Cientistas do mundo todo trabalham para desenvolver uma vacina e encontrar remédios que sejam eficazes contra a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Entretanto, o processo de busca por um medicamento é complexo e envolve diversas etapas que começam em laboratório. O grande desafio é entender como o vírus age, quais células ele infecta e como elas respondem à infecção, de acordo com o professor Pedro Manoel Vieira do Departamento de Genética, Microbiologia e Imunologia do Instituto de Biologia da Unicamp. Ele explica que todo vírus precisa dominar a maquinaria da célula humana para se replicar, ou seja, fazer cópias de si mesmo. “Às vezes, ele usa um lipídeo [molécula de gordura] ou uma proteína para se replicar. Então, a saída é achar um medicamento capaz de inibir a célula de produzir essa proteína”, exemplifica. Os antivirais, em geral, têm como alvo as proteínas: pode ser uma que pertença ao vírus ou à célula do hospedeiro e possibilita a replicação viral. “Mas a maioria dos antivirais disponíveis no mercado não tiveram efeito contra o novo coronavírus”, ressalta. Vieira explica que existem bibliotecas comerciais com cerca de 14 mil medicamentos. Se houver grande quantidade de dinheiro para investimento, é possível testar como cada um deles age nas células. Os testes começam em laboratório. As primeiras células utilizadas vêm do tecido de macacos. “São células do epitélio [tecido de revestimento] renal do macaco. O vírus tem um efeito muito evidente nessas células”, explica. Se a droga mostrar eficácia, começam os testes com animais para verificar se ela é tóxica. “No caso da covid-19, o melhor seria testar [os medicamentos] em primatas”, pondera o professor da Unicamp. “A gente testa várias concentrações para ver qual [quantidade] tem efeito. Mas até testar em humanos é um longo processo”, esclarece. Só após constatar que o medicamento não tem efeito tóxico em animais, é possível dar início aos ensaios clínicos. É nessa fase que começam as investigações dos efeitos em seres humanos. “Eles envolvem, no mínimo, 40 pessoas. Quanto mais, melhor”. ressalta Vieira. Foi esse o processo realizado com o vermífugo Nitazoxanida, que é chamado comercialmente de Annita e chegou a ser anunciado pelo Ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, como o medicamento sigiloso testado contra a covid-19. Segundo o especialista, existem dois critérios principais para determinar se um remédio é seguro para combater determinada doença. Um deles é a toxicidade: o ideal é que o medicamento não tenha efeito tóxico, mas, se houver, deve ser brando. “De repente, ele [remédio] funciona para matar o vírus, mas vai te dar vários outros problemas que é melhor não tomar. Efeitos colaterais como taquicardia e distúrbios neurológicos não são aceitáveis”, exemplifica Vieira. O outro é a eficácia. “Não necessariamente ele vai ser eficaz para atacar o vírus, mas pode servir para minimizar os efeitos virais no organismo e melhorar os parâmetros clínicos do paciente”, afirma o professor. O especialista acredita ser mais fácil encontrar uma vacina do que um medicamento eficaz e seguro contra a covid-19. “Já fizemos isso para outros vírus, como o influenza [causador da gripe]”, explica. Entretanto, ele usa o vírus HIV para exemplificar que o processo é demorado. “A gente conhece o HIV desde os anos 1980 e até hoje não há vacina ou um medicamento capaz de curar a doença. Então, não vamos resolver a questão da covid-19 em um curto espaço de tempo. É muito complicado”, avalia. Fonte: https://noticias.r7.com/saude/fotos/saiba-como-e-o-processo-para-achar-um-remedio-eficaz-contra-a-covid-19-19052020#!/foto/8
Abradimex realiza seminário para discutir a implantação da RDC157/17
No final de janeiro, a ABRADIMEX em parceria com a R&B Rastreabilidade Brasil, reuniu players da distribuição de medicamentos para abordar a implantação da RDC 157/17, que representa mudanças significativas no setor farmacêutico ao definir os conceitos sobre rastreabilidade e as bases para o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM). Os membros da cadeia de movimentação de medicamentos deverão adequar-se a esta resolução, buscando soluções de hardware, software e processos, e conduzindo estudos para a implementação da rastreabilidade no Brasil, dentro do prazo estabelecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Até 2022, toda a cadeia farmacêutica brasileira terá de estar em conformidade com a lei de rastreabilidade de medicamentos de 2016, regulamentada no ano passado pela Anvisa e atualmente em fase-piloto. No modelo brasileiro, cada caixa de medicamento terá um número de série único. Toda a vez que trocar de mãos (troca de custódia), da saída do laboratório até a venda na farmácia ao consumidor, incluindo toda a cadeia logística, isto será informado ao SNCM. “O impacto da lei, ao entrar em vigor, será enorme e vai além da identificação de produtos roubados ou desviados. Permitirá, por exemplo, maior eficiência toda vez que for necessário o ‘recall’ de algum medicamento. Também levará à diminuição do custo do seguro logístico”, resume Amilcar Lopes, CEO da R&B. Participantes de palestra na sede da ABRADIMEX debateram as mudanças com a impantação da RDC 157/17 Soluções para indústria/distribuidor Durante o seminário, Tiago Oliveira, Diretor da R&B Rastreabilidade Brasil, comentou os principais temas da Rastreabilidade de Medicamentos, e informou as vantagens em utilizar o sistema R&B Pharma e o GetPharma, (sistemas de controle de estoque e gerenciamento operacional) para o recebimento dos dados de rastreabilidade. “ Com os dados da GetPharma e o software da R&B Rastreabilidade foi possível desenvolver base para a comunicação horizontal entre os elos da cadeia farmacêutica, funcionando como uma rede interligada com possibilidades para download e upload de dados”, afirma Tiago Oliveira, Diretor da R&B Rastreabilidade Brasil. De acordo com o executivo, com a implementação do processo de rastreabilidade, as empresas têm o controle de cada uma das unidades movimentadas desde o seu recebimento até a expedição, sabendo qual número serial foi expedido ao seu cliente. Benefícios agregados Toda implantação de processos que envolva tecnologia necessita ser estabelecida por etapas. A complexidade da tecnologia que envolve a rastreabilidade de medicamentos é muito elevada e, portanto, deve ser estabelecida gradualmente, considerando todos os inúmeros fatores importantes para sua execução. Definido que a Anvisa será a responsável pelo gerenciamento e o controle desses dados, a expectativa do momento é dar os próximos passos. De acordo com a decisão da Agência, a implantação do SNCM será dividida em três etapas: serialização da linha de produção; maior controle sobre a origem do medicamento e implantação de processos que envolva tecnologia necessita ser estabelecida por etapas. “É importante lembrar que há duas comunicações para o sistema de rastreabilidade. A primeira é comunicar a ANVISA. Para isso, é necessária uma plataforma para fazer a comunicação horizontal. A plataforma está atualizada com o banco de dados da ANVISA e integrado no software independentemente do tipo de arquivo”, finalizou Almicar. Ações da ABRADIMEX Durante o seminário, Paulo Maia, presidente executivo da ABRADIMEX, comentou como a associação pretende atuar em conjunto com os associados para mobilizar os players durante o processo de implementação da RDC 157, uma vez que é de responsabilidade de toda a cadeia a veracidade, autenticidade e validação dos dados informados no DataMatrix como as informações impressas junto a ele para o SNCM. “Contamos com o interesse dos nossos associados para gerar comitês de trabalho juntamente com a área de TI e comercial das empresas para esclarecer dúvidas e alinhar as ações. Com isso, pretendemos demonstrar a ANVISA nossa visão sobre a RDC 157”. Marciel Oliveira/Editora Conteúdo
Gerente-Geral da Anvisa debate RDC304 em reunião na Abradimex
Na reunião da Diretoria Colegiada (DICOL) da ANVISA, realizada em 24 de março, a Gerência-Geral de Fiscalização (GGFIS) do órgão vai apresentar algumas propostas de emendas à RDC 304/2019, que entra em vigor nesta quarta-feira, 18 de março, e trata de boas práticas de distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos. Os ajustes são decorrentes de manifestações da cadeia de medicamentos, entre elas um ofício encaminhado pela ABRADIMEX logo após a reunião de representantes da associação com o gerente-geral de fiscalização da ANVISA, Ronaldo Gomes, em novembro do ano passado, na sede da associação. Naquela ocasião, os distribuidores apresentaram dúvidas e dificuldades para a implantação das normas da RDC 304, especialmente em relação aos artigos 64 e 84, que dispõem sobre o transporte de medicamentos. A GGFIS analisou as reivindicações e dúvidas, e Ronaldo Gomes, gerente-geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária da ANVISA retornou à ABRADIMEX, em 11 de março, para comentar as emendas que irá apresentar na próxima reunião da DICOL. Ações corretivas “Através da ABRADIMEX, os distribuidores tiveram a oportunidade de discutir com o gerente-geral de fiscalização da ANVISA assuntos sobre a nova RDC, que foi publicada no dia 17 de setembro de 2019. Discutimos a legislação como um todo. O foco, porém, ficou em alguns artigos e itens considerados de maior complexidade para os distribuidores. Foi um momento muito oportuno e importante para esclarecimento de dúvidas, de melhor entendimento e de reivindicações para alteração, exclusão ou inclusão de itens”, afirma Rodrigo Gomes, gerente nacional de regulatório do Grupo Elfa. Segundo ele, apesar de essa revisão ser necessária para tornar a resolução mais viável sem perder o propósito de garantir a qualidade dos medicamentos, as boas práticas de distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos eram aguardadas pelo setor há muito tempo. A RDC 304/2019 substitui a Portaria 802 de 1998. “São ações plausíveis e necessárias, que trarão mudanças representativas no processo e exigirão um plano de implementação, além de muito planejamento e capacitação, não somente na distribuição, mas na cadeia toda”, explica Rodrigo. Nessa transição, Rodrigo destaca a abertura da ANVISA para ouvir e entender a realidade e as dificuldades dos diversos elos da cadeia, de analisar as reivindicações, para viabilizar a adequação do mercado e evitar travas nas operações de abastecimento. Editora Conteúdo/Abgail Cardoso
Reforma tributária – o impacto da lei
Muito se discute sobre a Reforma Tributária e o tema não é novo. Dada a complexidade do nosso sistema tributário, ao longo dos anos, foram apresentados vários projetos visando aprovação de uma reforma tributária. No entanto, seja por questões políticas, ou por razões econômicas, temos hoje um cenário propício para, finalmente, termos aprovada uma reforma tributária no País. Sob a justificativa de simplificação, maior transparência e manutenção da carta tributária, discute-se hoje no Congresso Nacional a aprovação de pelo menos, 2 propostas de Emenda Constitucional, quais sejam, PEC 45/2019 e PEC 110/2019. A primeira sob análise da Câmara dos Deputados e a segunda do Senado Federal. Tais propostas são as mais adiantadas do ponto de vista legislativo e trouxeram ampla discussão na Sociedade e no mundo jurídico, muito embora o Governo Federal tenha afirmado que ainda apresentaria sua proposta, o que ainda não ocorreu. Apesar das justificativas apresentadas, o que se percebe, da leitura atenta das PEC’s, é que, ao contrário do que se propõe, ao menos durante o período de transição (de 5 a 10 anos), não há como se afirmar que a neutralidade fiscal será alcançada, bem como as empresas conviverão com o novo imposto e as obrigações acessórias dele decorrentes. Com efeito, várias pessoas já apontam a elevação da carta tributária resultante das propostas em discussão. Resumidamente, as propostas instituem um novo tributo denominado Imposto sobre Bens e Serviços- IBS, incidente sobre o consumo, que substituirá de 5 a 9 tributos atualmente existentes. No entanto, o IBS incidirá não apenas sobre aquisição de bens e serviços como também, entre outras hipóteses, operações com intangíveis, locação de bens, cessão e licenciamento de direitos. Além disso, há diversos pontos controversos envolvendo a eliminação de benefícios fiscais, base de cálculo e administração do novo imposto. As propostas preveem ainda, a criação de um imposto seletivo de competência da União Federal. Neste contexto, é extremamente importante acompanhar as discussões sobre o tema, que poderá trazer grande impacto para os contribuintes de todo o País. Domiciano Sá – Sócio do Campos Mello Advogados Rosana Gonzaga Jayme, sócia da área Tributária do Campos Mello Advogados Humberto Marini, sócio da área Tributária do Campos Mello Advogados
A união estável entre o crédito e o comercial
Durante todos esses anos que tive a oportunidade de conviver com profissionais das áreas financeira, Crédito & Cobrança, Risco, Comercial e Marketing, foram inúmeras vezes que reparei a grande dificuldade de alinhamento, relacionamento e comunicação entre estas áreas. Na maioria das reuniões de planejamento, comitês de crédito e comercial, entre outras, observei situações dignas de Faroeste, ainda bem que os participantes não estavam armados literalmente. Porém, todos estavam armados mentalmente, e seus argumentos mais pareciam revolveres, palavras que cortavam mais que facões e posicionamentos mais fortes que cacetetes, amassavam qualquer chance de entendimento. Cada um em sua área de atuação, preocupados somente em defender o seu campo de visão, e na maioria dos casos, todos tinham análises relevantes para a discussão. Ao final todos voltavam para suas trincheiras, o crédito esbravejando o quanto o comercial só pensa na sua meta, em vender a qualquer custo, como são desorganizados, não exploram os benefícios dos produtos, entre outros argumentos… Do outro lado, mais reclamações, o comercial aponta como o crédito não sabe o que é vender, ficam sentados em salas com ar condicionado, não tem noção do quão difícil é ganhar um novo cliente, são mestres em burocracia e por aí vai… Não há como ignorar a relevância da gestão do crédito, principalmente, aos sucessivos sustos e ondas de inadimplência que acometem os segmentos e regiões. Também não é possível tapar os olhos, na dura atividade de buscar novos clientes, bem como aumentar suas receitas na carteira de clientes existentes. Se você amigo(a), é um(a) profissional destas áreas, com certeza já sentiu na pele o ardor de tais discussões, bem como a frustação de não chegar ao alinhamento de atuação entre os colegas. Por isso, compartilho algumas iniciativas, onde, empresas e seus profissionais, conseguem equilibrar suas motivações, expectativas e metas, criando a “União Estável entre o Crédito e o Comercial”. Ao utilizar a linha de raciocínio da “União Estável”, pretendemos demonstrar que assim como pessoas com personalidades, culturas, crenças, valores e história de vida diferentes, conseguem viver em harmonia em prol de um objetivo comum – atualmente, até do mesmo sexo. Isso é perfeitamente possível entre as áreas do Crédito e o Comercial, ampliando tal visão, inclusive, para áreas como o Financeiro, Risco, Marketing, entre outras. Não sou um especialista em matrimônio, mas, aprendi observando e estudando o assunto, inclusive, aprendendo ao vivo e em cores com o meu… Não há fórmulas mágicas, existem vários fatores, mas, a única certeza que tenho é: Para criar a “União Estável”, é necessário o exercício diário com o propósito de atingir este objetivo!!! Quando penso na “União Estável entre o Crédito e o Comercial”, é isso, um exercício diário para atingir os objetivos das áreas, e principalmente, da empresa! Todos que experimentam um relacionamento maduro, sabem que é perfeitamente normal, uma discussão ou bate-boca, as vezes por coisas banais ou reais, um fica bicudo, outro de cara virada. Mas, ao final, sempre há um realinhamento do propósito! Quem são os responsáveis por manter a “União Estável entre o Crédito e o Comercial”? Assim como em um matrimônio, o casal é o responsável, em seguida, toda a família. Na empresa e suas áreas, é você caro leitor(a) que está com o chapéu de Gestor o verdadeiro responsável, e em seguida, toda a sua equipe!!! Seguem algumas sugestões: – Alinhe claramente o papel de cada área na contribuição para ambos os lados; – Estimule o cooperativismo entre as equipes; – Valorizem o compartilhamento de informações para avançar com os negócios; – Demonstrar como negócios malsucedidos, podem impactar os resultados da empresa; – Crie um processo de gestão da carteira de clientes e prospecção de mercado, integrado em ambas as áreas; – Defina qual é o perfil de cliente ideal para manutenção da carteira e prospecção; – Prepare o plano de metas comercial em conjunto com a área de crédito, Por último vale lembrar que – Vender é uma responsabilidade da empresa, não de uma área!!! Um abraço e boas vendas!!! Marcos Castañón Tibiriçá Administrador de empresas, com especialização em gestão empresarial e 27 anos de experiência no mercado de informações comerciais – Bureaus de Crédito. Carreira formada nas áreas comerciais, produtos e consultorias, com relacionamento de negócios em diversos segmentos – Atacadistas & Distribuidores, Indústrias, Factorings, FIDC’s, Securitizadoras, Instituições Financeiras, Varejo, Serviços, Entidades de Classe e Órgãos Governamentais em âmbito nacional. Atualmente, é o executivo responsável pela área de alianças & parcerias, planejamento, condução de consultorias, cursos de especialização da Fundação G3. Onde, visamos identificar e resolver problemas críticos para o sucesso estratégico e operacional dos nossos clientes e parceiros. Fundação G3 – Democratizando o Acesso à Soluções e Negócios!
Como formar equipes de alto desempenho
Durante um seminário semanas atrás, alguém me perguntou como formar equipes de alto desempenho e seguiu perguntando como formei as equipes com as quais trabalhei para que atingissem uma performance realmente diferenciada. Depois daqueles trágicos 5 segundos em que tudo o que veio à minha cabeça não respondia totalmente à pergunta. Respondi: Tive muita sorte! Parece uma pergunta como outra qualquer, mas pensando bem, esse não é exatamente um dos maiores desafios de um líder? Falar sobre formação de equipes de alto desempenho sem ser um expert no assunto parece arriscado, mas vou tentar. Além de determinar muito bem o perfil da equipe é muito importante estar alerta aos sinais emitidospelo próprio grupo e procurar saber o que é melhor fazer naquele dado momento. Baseado no modelo de Tuckman que em 1965 publicou a teoria da dinâmica de grupo, podemos observar (figura 1) que nas fases iniciais da dinâmica dos grupos (Forming e Storming), os times estão mais sujeitos a muita instabilidade, justamente porque os indivíduos ainda precisam afirmar suas condições de participação na equipe ou ainda precisam ter claro o seu papel e responsabilidade. Isso ocorre mesmo se você tiver escolhido muito bem os perfis. Figura 1 AS FASES DA DINÂMICA DE GRUPOS Forming (Formação): Identificação das metas. Caracterizada por um grande entusiasmo e baixos níveis de competências. Nesta etapa ocorre a formação do grupo, são as condições necessárias para que um indivíduo se integre ao grupo: compartilhar metas, tarefas e abordagens no trabalho, se identificar com os outros indivíduos e se sentir parte do grupo. Storming (Confrontação): Definição das responsabilidades de cada membro. Caracterizada por baixo entusiasmo e baixo nível de competências. Nesta etapa pouco trabalho é realizado, já que as metas estão definidas, porém os papéis e responsabilidades de cada membro do grupo ainda não, surgindo assim vários conflitos até estas definições. Norming (Normatização): Definição do processo de trabalho. Caracterizada por aumento de entusiasmo e níveis de competências, aqui o grupo começa a ganhar sua identidade. Aqui existem menos conflitos, já que os membros se conhecem melhor e respeitam suas habilidades. Performing (Atuação): Alta produtividade, execução e melhoria do processo. Caracterizada por entusiasmo e níveis de competências altos. Os membros do grupo já entraram em acordo com as metas, processos, papéis, responsabilidades e estilo de trabalho. A necessidade de supervisão é pequena, porque o grupo já consegue produzir e reagir às mudanças por conta própria. A geração de acordos é fruto da confiança, resultando em membros altamente motivados para o trabalho aliado a uma produtividade alta, e juntamente com a cooperação. As regras do grupo estão mais flexíveis e funcionais, a identidade está muito bem definida, há sentimento de orgulho em pertencer ao grupo e lealdade entre os membros. Adicionalmente, podemos inserir neste contexto o Adjourning (Dissolução): Fim do processo. Caracterizada pela finalização do processo, seja pela conclusão da tarefa ou desistência do grupo. Este estágio é marcado pelo reconhecimento do grupo com as tarefas e separação dos indivíduos. Apesar dos grifos acima caracterizando os sinais, é um mega desafio para o líder de uma equipe saber exatamente em qual estágio a equipe está em um dado momento, mas no decorrer do tempo, aprendi que existem metodologias que podem ajudar a determinar aquilo que parece ser realmente um divisor de águas na formação de equipes, ou seja, medir o nível de funcionalidade do grupo. De acordo com Patrick Lencione, autor do livro os 5 desafios das equipes, existem 5 condições (figura 2) que pode ser medidas e precisam ser superadas para que uma equipe possa trabalhar de forma funcional, são elas: a ausência de confiança, o medo de conflito, a falta de comprometimento, a fuga da responsabilidade e falta de atenção aos resultados. Figura 2 AS 5 DIFUNÇÕES DAS EQUIPES 1ª Disfunção – Ausência de Confiança: O medo de ficar vulnerável com os membros da equipe impede a construção de confiança dentro da equipe. 2ª Disfunção – Medo de Conflito: O desejo de preservar a harmonia artificial sufoca a ocorrência de conflitos ideológicos produtivos. 3ª Disfunção – Falta de Compromisso: A falta de clareza ou aceitação impede que os membros da equipe tomem decisões a que se aterão. 4ª Disfunção – Evitar a responsabilidade: A necessidade de evitar desconforto interpessoal impede que os membros da equipe se responsabilizem. 5ª Disfunção – Desatenção aos Resultados: A busca de objetivos individuais e status pessoal diminui o foco no sucesso coletivo. Ambos modelos e teorias dão uma boa pista que podemos ter momentos em que o time pode se comportar de forma mais caótica, competitiva, unida e sinérgica. O processo de amadurecimento ou a superação dos desafios da disfuncionalidade acabam por dar oportunidade para aflorar a confiança, integrando mais o time, tornando-o mais competente, funcional e muito mais orientado ao resultado. Acredito que os ingredientes oferecidos por estas teorias e modelos são muito bons. Em que pé está a sua equipe? O que pretender fazer a respeito disso? Franco Oliveira Executivo com mais de 30 anos de experiência no segmento de saúde onde liderou projetos na indústria farmacêutica, em empresas de prestação de serviços a saúde e em associações de classe. Fundador da Coach S/A uma empresa de consultoria dedicada a treinamento em desenvolvimento profissional. Para contato: franco.coach.sa@gmail.com
Gestão de risco para empresas
Por que muitas empresas fracassam na Gestão do Risco? Um dos sentimentos natos no Ser Humano, é o de “posse”, impedindo que desfaçamos de objetos e bens que em nossa mente exerce uma forte ligação de sentimentos. Agora, pare e pense: – Por que é tão difícil se desvencilhar de roupas que estão entupindo nossos armários? – Por que não conseguimos nos defazer de Sapatos que não usamos mais? – E pior, por que compramos mais sapatos, sendo que alguns foram usados somente uma vez? Os psicólogos chamam tão comportamento de “Endowment Effect” – Efeito Apropriação. Em algum recanto reservado onde tomamos nossas decisões, nos apegamos a determinada idéia e formamos uma ligação emoncional com a posição. Esta posição, assume significado como “Extensão pessoal do Eu” – quase como se fosse um filho! Para muitos, no momento da decisão ao realizar uma operação comercial ou financeira, o julgamento crítico cede espaço ao desejo de estar certo ou recuperar-se de outra decisão mal fadada. No mercado, sonhar é um luxo a que ninguém se pode permitir. Se suas operações de mercado se basearem em emoções, é melhor dar dinheiro ao Psicoterapeuta. O comportamento irracional piora quando as pessoas se sentem sob pressão. Podemos tirar algumas conclusões dos motivos pelos quais muitas Empresas, persistem em manter suas posições em relação as operações com clientes que lhes inflingem resultados negativos. Em alguns casos, nota-se um comportamento típico de um apostador de corrida de cavalos, agravam a situação de muitas organizações que depositam sua “esperança” em recuperar suas perdas nos azarrões. Ao analisar os registros e os históricos destas negociações, constata-se que os grandes danos foram provocados por umas poucas grandes perdas ou uma longa sucessão de perdas, na tentativas de sair do buraco por meio de novas operações. Empresas que fracassam na Gestão do Risco buscam “certeza” e agarram-se à esperança e irracionalmente evitam aceitar pequenas perdas. Muitas não compreendem o conceito básico e fundamental da rentabilidade. Outras apresentam o analfabetismo Numérico – não conhecer as noções básicas de gestão de caixa, definições de margens para lucros e perdas – é uma deficiência intelectual fatal no mercado. O “Gestor e Analista” bem-sucedido concentra-se na execução de boas operações: Estudando o mercado, analisando oportunidades, aguçando suas habilidades na Gestão do Capital. Marcos Castañón Tibiriçá Administrador de empresas, com especialização em gestão empresarial e 27 anos de experiência no mercado de informações comerciais – Bureaus de Crédito. Carreira formada nas áreas comerciais, produtos e consultorias, com relacionamento de negócios em diversos segmentos – Atacadistas & Distribuidores, Indústrias, Factorings, FIDC’s, Securitizadoras, Instituições Financeiras, Varejo, Serviços, Entidades de Classe e Órgãos Governamentais em âmbito nacional. Atualmente, é o executivo responsável pela área de alianças & parcerias, planejamento, condução de consultorias, cursos de especialização da Fundação G3. Onde, visamos identificar e resolver problemas críticos para o sucesso estratégico e operacional dos nossos clientes e parceiros. Fundação G3 – Democratizando o Acesso à Soluções e Negócios!














